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DOR NA LOMBAR: O SINAL DA MULHER QUE CARREGA O MUNDO | POR LEIDIANE MELLF

Foto do escritor: Leidiane MellfLeidiane Mellf

DOR NA LOMBAR: O SINAL DA MULHER QUE CARREGA O MUNDO


Na infância, provavelmente você foi a "menina forte" da família. Enquanto suas amigas brincavam, você se via na posição de cuidar dos irmãos mais novos e de ser o suporte emocional da sua mãe. Cresceu ouvindo que deveria ser forte, que seus sentimentos eram secundários e que suas necessidades deveriam sempre ficar em segundo plano. Essa pressão que você internalizou ao longo da infância se manifestou na vida adulta como dores constantes na lombar. Afinal, a sensação de que sempre precisa carregar o mundo em suas costas nunca a abandonou.


Na vida cotidiana, as escolhas que faz podem intensificar essa dor porque você continua se colocando em segundo plano, priorizando o trabalho, a família, os compromissos e deixando suas necessidades pessoais sempre em último lugar.


Esse comportamento reforça a ideia de que deve sempre ser a provedora e a solucionadora de problemas, levando a uma crescente sensação de esgotamento e dor na lombar.


Talvez, você também esteja carregando o peso de muitas das mulheres de gerações anteriores da sua família que enfrentaram dificuldades e que muitas vezes foram ensinadas a reprimir suas emoções e necessidades. Ao ignorar suas próprias dores emocionais você se vê em um ciclo contínuo de sobrecarga.


É essencial que comece a se reconectar com sua essência e a ouvir a voz do seu feminino instintivo. Pergunte-se: "O que estou carregando que não é meu? Quais emoções ou responsabilidades preciso liberar?" Essa reflexão pode abrir as portas para a cura.


As dores na lombar também indicam uma desconexão com a própria força interior e a capacidade de se apoiar. Muitas vezes, a sociedade nos ensina que devemos ser as “fortes”, mas essa negação do EU pode resultar em um desgaste físico e emocional manifestando-se em dor.


A boa notícia é que há caminhos para a transformação. Primeiramente, honre seu corpo e suas limitações. Permita-se descansar e buscar apoio quando necessário. Práticas de autocuidado como ioga, meditação ou caminhadas na natureza podem ajudar a aliviar as tensões acumuladas.


Considere também participar de uma constelação familiar ou buscar terapia. Essas abordagens podem ser eficazes para liberar o que você tem segurado por tanto tempo.


Com carinho,

Leidiane Mellf

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